Meio ausente, sobretudo distraída. Pensamento vago, sentimento indecifrável,
A vida tem dessas coisas, entrelinhas que servem de abrigo,
Tanta coisa sem explicação, embustes e verdades que carrego comigo.
Deixo nessas entrelinhas, meus anseios e ilusões bem trancadas,
Meus segredos devaneios,
Atuações, junto a sonhos e abnegados,
O pesar da metade que me sufoca.
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
PROCURANDO A ALEGRIA
Procurando minha alegria,
Peço paz à agonia,
Peço paz à agonia,
Queria ouvir a melodia,
Cortando o silêncio que me perturba.
É que as vezes a tristeza,
Me afeta com presteza,
Destoando meu sorriso,
Com uma incoerência que sangra.
Quero desprezar esse silêncio solitário,
Atassalhar o sigilo da minha alma,
Desabafando eu fico calma
E procuro minha alegria.
Mas ninguém me ousaria entender,
Nem eu mesma saberia explicar,
A expressão do oposto à alegria,
Que faz minha canção desafinar.
Cortando o silêncio que me perturba.
É que as vezes a tristeza,
Me afeta com presteza,
Destoando meu sorriso,
Com uma incoerência que sangra.
Quero desprezar esse silêncio solitário,
Atassalhar o sigilo da minha alma,
Desabafando eu fico calma
E procuro minha alegria.
Mas ninguém me ousaria entender,
Nem eu mesma saberia explicar,
A expressão do oposto à alegria,
Que faz minha canção desafinar.
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
MEIO CONFUSO
Queria saber refletir sobre o que as palavras não falam,
Atravessar vírgulas, reticências, pontos de interrogação,
Alinhavar verbos desatando pensamentos soltos,
Costurando e revirando o que há no meu coração.
Atravessar vírgulas, reticências, pontos de interrogação,
Alinhavar verbos desatando pensamentos soltos,
Costurando e revirando o que há no meu coração.
terça-feira, 8 de outubro de 2013
A CAÇA À LEVEZA
Inexplicável leveza sublime,
Um encanto misterioso,
Obsecra minha alma sorrir,
Levita andante harmonioso.
Uma súplica ávida por amor,
Um desejo meio desesperado,
Perfumado, lindo como a flor,
Esperançoso, leve, sonhado.
Uma força de encanto misterioso,
Leveza que traz teu olhar pensante,
O sabor da paz interior,
Um sorriso de alma constante.
domingo, 6 de outubro de 2013
NO SILÊNCIO DA TARDE
Ao cair do silêncio,
Ao cair da tarde,
Sem nenhum acorde,
Sem som, sem alarde.
Silenciosa no horizonte,
Somente a tarde sabia,
O silêncio em pausas,
Na escrita melodia.
Ao cair da tarde,
Silenciosa atrás do monte,
Somente ela sabia,
O quanto de silêncio, lhe cabia e doía.
Ao cair da tarde,
Sem nenhum acorde,
Sem som, sem alarde.
Silenciosa no horizonte,
Somente a tarde sabia,
O silêncio em pausas,
Na escrita melodia.
Ao cair da tarde,
Silenciosa atrás do monte,
Somente ela sabia,
O quanto de silêncio, lhe cabia e doía.
SOM DA VIDA
Harmonia perfeita,
Como o som de uma sonata,
Adornada a mais linda melodia.
Assim hoje acordei,
Ao ritmo de outra canção,
De cara limpa e alma leve,
Tocando a vida,
Compondo com o coração.
TEU OLHAR
É esse teu jeito de ser que me encanta,
Teu sorriso e olhar, uma leveza de alma,
Teu sorriso e olhar, uma leveza de alma,
Companhia perfeita jamais cansa,
Me traz paz, esperanças, me acalma.
É a lembrança do teu olhar fixo e intenso,
Que me atrai para junto de ti,
Não sei exatamente o que sinto,
É a lembrança do teu olhar fixo e intenso,
Que me atrai para junto de ti,
Não sei exatamente o que sinto,
Mas viajo no meu próprio sentir.
AMIZADE EM TOM MAIOR
É essa a relação encontrada, representada por uma série de notas que seguem um padrão de intervalos em seqüência. Intervalos esses, que nos possibilita avaliar o grau de afinidade que obtivemos alcançar ao estar junto de cada pessoa, seja ela recém conhecida, ou aquela pessoa que conhecemos desde a nossa infância, adolescência.
E porque será que existem pessoas que simplesmente quando nos aproximamos, temos a sensação de que já conhecíamos ela a anos? Creio que o timbre enquadra-se nisso, voluntariamente é ele que nos permite sentir, distinguir esses sons, de mesma altura, de mesma intensidade. São apenas notas que jamais foram tocadas harmonicamente, apenas pelo simples fato de não terem sido incluídas no baldrame da composição, da sinfonia, da sonata, da vida.
De fato, cada tipo de escala tem uma característica única e seu tipo de utilização. Em meio as variadas escalas, as mais usuais são as de tonalidade MAIOR, são aquelas designadas de notas puras, sem nenhuma distorção. Sabe aqueles amigos que geralmente nos entendem, nos protegem, nos apoiam Aqueles que consecutivamente usam a mesma série de intervalos, que não mudam que respeitam cada grau, cada bemol ou sustenido que lhe é devido para que haja uma formação MAIOR.
Proposto que na composição não se pode deixar de perceber aquelas notinhas dissonantes, que não se enquadram muito na harmonia, são aquelas que causam certa dissonância na sonata, nos acordes... Muitas vezes por um longo período de tempo, mas elas sempre permanecem lá, fascinando, encantando porque não condiz com o real absoluto, e isso é espetacular para se ouvir, para se viver.
Entre melodias e acordes, harmonias e ritmos especificamente diferentes, geralmente poderá optar-se por compor a vida em escalas de tonalidades MAIOR, de fato é mais relevante.
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